If there’s a bustle in your hedgerow
Don’t be alarmed now,
It’s just a spring clean for the may queen.
(Page/Plant)
.....
Pessoas Queridas,
Pois é, entrou Setembro, a boa nova ainda não está nos campos, mas eu estou fazendo a semeadura que é possível. O Jogo do Equilíbrio já está na Fábrica do Livro, os lançamentos marcados (o do Rio falta confirmar, mas será durante o "Paixão de Ler", em Novembro); tenho feito novos contatos para cursos e palestras e prosseguido, firme e forte, na escrita do Castelo das Águias. Se tudo que planejo vai dar certo, não sei, mas acreditem: não será por eu ter deixado de batalhar!
No dia primeiro do mês eu fiz algo que gosto de fazer a cada início de estação: uma arrumação nas gavetas da minha mesa da Divisão de Manuscritos. Pode parecer exagero, mas, com as restrições à saída de material escrito (preciso da autorização da coordenadora para isso), as revistas que levo para ler ou consultar, os livros que me enviam para o trabalho, os textos e desenhos que rabisco nas horas vagas vão se acumulando, juntamente com todo tipo de quinquilharia. Por isso, de tempos em tempos, quando começo a me sentir bloqueada pela tralha, eu faço uma limpeza em regra... que vale a pena, pois sempre acabo descobrindo coisas de que já havia me esquecido.
Pra vocês terem uma idéia, vejam o que achei desta vez:
- Um par de tênis, estrategicamente guardados para quando chegasse com os pés molhados;
- Os dois primeiros números da revista Fantastik (mas por que parou?)
- Um desenho (primário, obviamente) do corpo docente da Escola Hogwarts;
- Miniaturas de um mago, um gnomo, o Clopin do desenho da Disney e o Coiote;
- Uma foto da antiga diretoria da Associação de Funcionários da BN;
- Uma pasta de dentes sem validade desde 2003 (essa escapou a limpezas anteriores);
- Uma fita K7 com as músicas do LP Mirrors, de Sally Oldfield (irmã do Mike);
- Um disquete com a primeira versão de alguns dos meus contos;
- Um rolo de durex (moeda forte de troca na Divisão de Manuscritos);
- 27 cadernos em branco, dos mais variados tamanhos (não, não estou exagerando);
- Uma caixa contendo fichas de livros da Divisão, há muito passadas para o computador e
- finalmente, três poemas inéditos, dos quais ofereço a vocês o que parece menos pior.
.....
De Histórias e Poções
Certas histórias saem prontas,
de estalo,
como champanhe no gargalo.
Outras precisam do seu tempo de cozimento.
Roteiro.
Fermento.
Mas há histórias
que são como poção.
Até que a mágica se faça,
se ocultam,
decantam
e esperam
no fundo do caldeirão..
......
Abraços a todos,
Esperemos a Primavera!
Ana Lúcia
domingo, setembro 04, 2005
terça-feira, agosto 23, 2005
Ainda Sobre Poesia... e uma da Lulu!
Pessoas,
Antes de mais nada, muito obrigada pela atenção que deram ao meu poema. Estou há mais de trinta anos rasgando papel - fui implacável com minhas primeiras histórias, isso sem falar das duas ou três mil páginas de rascunhos - mas os poemas copiados num determinado caderno, esses ficam e ficarão para sempre. Tem coisas que não dá para jogar fora, mesmo que acabem fechadas na gaveta. E, mesmo que a gente imagine que esse é o destino delas, tem coisas que não dá para deixar de escrever.
Eu tenho me reaproximado da poesia por vários caminhos. Domingo passado estive numa reunião de escritores e, como várias das pessoas presentes, me dispus a dizer alguma coisa ao microfone. Minha prima, Beatriz Chacon - ainda falarei dessa mulher gentil e poetisa sensível - sugeriu que falasse um pouco sobre contos de fadas, mas eu não queria "palestrar", nem havia tempo para contar uma história... então, me decidi por um poema, O Bardo da Aldeia, que vocês, se quiserem conhecer, podem encontrar na minha lista de posts. As pessoas gostaram (bom, pelo menos não jogaram ovos!) e Beatriz brincou comigo: "Você então também escreve poesia... estava escondendo o jogo"!
Foi a deixa para explicar a ela que realmente trabalhava mais no campo da prosa, mas que tinha guardado alguns poemas antigos e que, de vez em quando, ainda aparecia um ou outro que dava para aproveitar. Beatriz me aconselhou a não jogar nada fora, mas contestou a oposição que eu estava estabelecendo: pois é tão tênue, às vezes, a fronteira entre a prosa e a poesia!
Não sei se isso é meu caso, mas muitas vezes é verdade. Há textos, mesmo em prosa, que têm uma música intrínseca, um ritmo que diverge da narrativa e os transforma, inadvertidamente ou não, em poesia. Comigo o que acontece muito é o contrário: eu começo a escrever algo que parece ser um poema e acabo contando uma história, como o Ana e os Lobos tão bem comentados pela Taís e pelo Milton (lista de posts mais uma vez, please). De qualquer forma, estou feliz, porque seja em prosa ou em poesia, falada ou escrita, tenho conseguido me expressar. E as respostas de quem me lê e/ou me ouve têm sido as mais gratificantes.
E, falando de prosa e poesia, ontem a Luciana me fez uma confidência que pertence a esses campos. Ela me disse, quase exatamente, o seguinte:
Mamãe,
antes de dormir,
tem uma coisa que eu preciso te contar.
Sabe quando eu faço bagunça na creche,
e um amigo não faz,
e a tia vem e briga comigo?
Eu fico lá pensando e eu penso
que aí eu não queria ser eu.
Eu queria ser o amigo.
.......
O que acham? Filha de peixe mesmo, em palavras e sentimentos... não é verdade? ;)
Abraços para vocês,
Até a próxima!
Ana Lúcia
Antes de mais nada, muito obrigada pela atenção que deram ao meu poema. Estou há mais de trinta anos rasgando papel - fui implacável com minhas primeiras histórias, isso sem falar das duas ou três mil páginas de rascunhos - mas os poemas copiados num determinado caderno, esses ficam e ficarão para sempre. Tem coisas que não dá para jogar fora, mesmo que acabem fechadas na gaveta. E, mesmo que a gente imagine que esse é o destino delas, tem coisas que não dá para deixar de escrever.
Eu tenho me reaproximado da poesia por vários caminhos. Domingo passado estive numa reunião de escritores e, como várias das pessoas presentes, me dispus a dizer alguma coisa ao microfone. Minha prima, Beatriz Chacon - ainda falarei dessa mulher gentil e poetisa sensível - sugeriu que falasse um pouco sobre contos de fadas, mas eu não queria "palestrar", nem havia tempo para contar uma história... então, me decidi por um poema, O Bardo da Aldeia, que vocês, se quiserem conhecer, podem encontrar na minha lista de posts. As pessoas gostaram (bom, pelo menos não jogaram ovos!) e Beatriz brincou comigo: "Você então também escreve poesia... estava escondendo o jogo"!
Foi a deixa para explicar a ela que realmente trabalhava mais no campo da prosa, mas que tinha guardado alguns poemas antigos e que, de vez em quando, ainda aparecia um ou outro que dava para aproveitar. Beatriz me aconselhou a não jogar nada fora, mas contestou a oposição que eu estava estabelecendo: pois é tão tênue, às vezes, a fronteira entre a prosa e a poesia!
Não sei se isso é meu caso, mas muitas vezes é verdade. Há textos, mesmo em prosa, que têm uma música intrínseca, um ritmo que diverge da narrativa e os transforma, inadvertidamente ou não, em poesia. Comigo o que acontece muito é o contrário: eu começo a escrever algo que parece ser um poema e acabo contando uma história, como o Ana e os Lobos tão bem comentados pela Taís e pelo Milton (lista de posts mais uma vez, please). De qualquer forma, estou feliz, porque seja em prosa ou em poesia, falada ou escrita, tenho conseguido me expressar. E as respostas de quem me lê e/ou me ouve têm sido as mais gratificantes.
E, falando de prosa e poesia, ontem a Luciana me fez uma confidência que pertence a esses campos. Ela me disse, quase exatamente, o seguinte:
Mamãe,
antes de dormir,
tem uma coisa que eu preciso te contar.
Sabe quando eu faço bagunça na creche,
e um amigo não faz,
e a tia vem e briga comigo?
Eu fico lá pensando e eu penso
que aí eu não queria ser eu.
Eu queria ser o amigo.
.......
O que acham? Filha de peixe mesmo, em palavras e sentimentos... não é verdade? ;)
Abraços para vocês,
Até a próxima!
Ana Lúcia
quarta-feira, agosto 17, 2005
A Cor do Horizonte : um velho poema perdido
Nunca mais coneguirei escrever o tal poema,
a tal decalogia; nunca mais
ouvireis de mim as crônicas,
as estórias da História distante,
das terras mágicas, dos povos mágicos,
do ouro sob as garras dos dragões.
Nunca mais terei a inocência necessária,
nunca mais
A saga dos heróis de olhos brilhantes,
dos talismãs forjados nas estrelas, dos magos e poetas como eu fui.
Pois nunca mais saberei ser poeta.
Os poetas são livres, e eu tenho um lugar no mundo,
um lugar (entre os dentes)
ao Sol (da roda do mundo).
Tracei uma rota para o que é visível,
E assim o meu caminho se perdeu.
Ali onde se define a cor do horizonte
É o fim do arco-íris.
(1994)
.......
Pessoas,
Por favor, não se assustem. Isso não é o fim do blog, nem um comunicado de desistência de todos os meus sonhos ou da carreira de escritora!
Como a data embaixo mostra, A Cor do Horizonte é um poema que eu escrevi em 1994, quando estava desestimulada de todo no campo da ficção. Depois disso, já tive outros "bloqueios de escritor", mas não sou mais tão criança a ponto de dizer coisas como essas. Escrever e contar histórias é uma parte fundamental da minha vida e, mesmo que às vezes me faltem idéias ou inspiração, ou que eu esteja voltada para outros lados, sempre acabo voltando ao meu ofício.
Assim, entre o "fim do arco-íris" e o começo desta nova fase, mais de mil páginas foram escritas, e muitas ainda esperam seu momento de brotar. No dia 25 de Julho, Dia do Escritor (se foi um acaso, foi feliz!), comecei meu novo livro, cujo título provisório é O Castelo das Águias, e que caminha firme e forte para o seu décimo capítulo. E sabem o que é muito legal? Os protagonistas, que são adolescentes, escrevem canções e poemas... e eu vou usar os textos do meu velho caderno de poesias, que escrevi entre os 13 anos (início da fase ocultista) até o momento em que conheci o João, quando deixei de ser poeta porque passei a ser feliz.
Mas a prosa ficou... Vamos compartilhá-la!
Abraços a todos,
Até a próxima!
Ana Lúcia
a tal decalogia; nunca mais
ouvireis de mim as crônicas,
as estórias da História distante,
das terras mágicas, dos povos mágicos,
do ouro sob as garras dos dragões.
Nunca mais terei a inocência necessária,
nunca mais
A saga dos heróis de olhos brilhantes,
dos talismãs forjados nas estrelas, dos magos e poetas como eu fui.
Pois nunca mais saberei ser poeta.
Os poetas são livres, e eu tenho um lugar no mundo,
um lugar (entre os dentes)
ao Sol (da roda do mundo).
Tracei uma rota para o que é visível,
E assim o meu caminho se perdeu.
Ali onde se define a cor do horizonte
É o fim do arco-íris.
(1994)
.......
Pessoas,
Por favor, não se assustem. Isso não é o fim do blog, nem um comunicado de desistência de todos os meus sonhos ou da carreira de escritora!
Como a data embaixo mostra, A Cor do Horizonte é um poema que eu escrevi em 1994, quando estava desestimulada de todo no campo da ficção. Depois disso, já tive outros "bloqueios de escritor", mas não sou mais tão criança a ponto de dizer coisas como essas. Escrever e contar histórias é uma parte fundamental da minha vida e, mesmo que às vezes me faltem idéias ou inspiração, ou que eu esteja voltada para outros lados, sempre acabo voltando ao meu ofício.
Assim, entre o "fim do arco-íris" e o começo desta nova fase, mais de mil páginas foram escritas, e muitas ainda esperam seu momento de brotar. No dia 25 de Julho, Dia do Escritor (se foi um acaso, foi feliz!), comecei meu novo livro, cujo título provisório é O Castelo das Águias, e que caminha firme e forte para o seu décimo capítulo. E sabem o que é muito legal? Os protagonistas, que são adolescentes, escrevem canções e poemas... e eu vou usar os textos do meu velho caderno de poesias, que escrevi entre os 13 anos (início da fase ocultista) até o momento em que conheci o João, quando deixei de ser poeta porque passei a ser feliz.
Mas a prosa ficou... Vamos compartilhá-la!
Abraços a todos,
Até a próxima!
Ana Lúcia
quarta-feira, agosto 03, 2005
Entrevista com a Maluquete
Pessoas queridas,
Procurando a atualização da Ciência Hoje das Crianças na rede, vejam o que achei sobre uma certa escritora ...
Confiram e voltem para me dizer o que acharam dela! ;)
Abraços,
Até breve!!
Ana Lúcia
Procurando a atualização da Ciência Hoje das Crianças na rede, vejam o que achei sobre uma certa escritora ...
Confiram e voltem para me dizer o que acharam dela! ;)
Abraços,
Até breve!!
Ana Lúcia
segunda-feira, julho 18, 2005
De Volta à Selva!
Pensando bem, não dá para dizer que foi inesperado. Uma greve, mesmo quando dura cem dias, tem seu momento de acabar, e isso pode ser literalmente a qualquer momento. No entanto, justamente por ter demorado tanto, e por eu já ter me acostumado a uma rotina livre de compromissos profissionais (exceto os cursos que dou em paralelo), confesso que senti um toque de surrealidade na voz do meu pai, quando, na quinta-feira passada, ele respondeu ao meu "Alô" com um efusivo "Oba! Até que enfim! Vocês vão voltar pra Biblioteca, né?"
Neste ponto, é preciso que eu confesse que não estava a par dos acontecimentos. Ao contrário da greve anterior, eu tinha parado de freqüentar as assembléias e até mesmo de ler os jornais, que, aliás, raramente concediam algumas linhas à brava luta dos funcionários do Ministério da Cultura. Meu pai, por sua vez, soube do fim da greve pela televisão, que eu também não assisto, até porque o único canal que tem audiência lá em casa, até as 9 da noite, é o Discovery Kids. Assim, o retorno ao trabalho acabou mesmo me pegando de surpresa... e com ele, além da natural readaptação e retomada das atividades interrompidas, veio uma série de mea culpas relativas à forma como aproveitei o tempo.
Atualizando a agenda, dá para ver que não fiquei em completo ócio. Atualizei apostilas, dei e marquei cursos e palestras, revisei o livro que vai ser lançado em Setembro, isso sem falar em todos os livros e revistas que li. Mas a insatisfação divina, essa sensação de que por mais que eu faça sempre podia ter feito mais, já começou a deitar suas raízes.
E aí eu começo a me censurar. Por exemplo: escrever fan fiction do Harry Potter é legal, mas por que eu ficava tantas horas discutindo as histórias com os outros membros do grupo? E por que não tentei retomar as histórias do meu próprio universo? Tenho tantos livros teóricos sobre Literatura, Fantasy e Contos de Fadas para fichar, por que não o fiz? Por que não divulguei mais os cursos que estavam marcados, nem saí em busca de mais espaços onde pudesse mostrar meu trabalho?
Todas essas foram indagações que surgiram nesses primeiros dias. Mas agora, com a volta à BN, meu tempo acabou ficando tanto mais curto quanto mais organizado, e, apesar de eu ter que enfrentar um problema muito sério, para quem divulga seu trabalho através de blog - os computadores da Biblioteca estão queimados -, sinto que de alguma forma conseguirei resultados melhores do que os alcançados nesse período de limbo profissional.
Assim, estou de volta à selva. Por enquanto sem poder fazer visitas, pois não tenho tempo para ir a lans, mas motivada para reativar a Estante Mágica. Sinto que ainda tenho muito a dizer e que este é um canal de comunicação que não quero, não devo perder, apesar de todas as dificuldades. Agradeço a quem continua passando por aqui e farei de tudo para manter e aumentar nosso círculo, pois nada me dá mais prazer do que compartilhar conhecimentos, histórias e... por que não dizer? a amizade de todos vocês.
Até a próxima! Em breve, espero...
Com carinho,
Ana Lúcia
Neste ponto, é preciso que eu confesse que não estava a par dos acontecimentos. Ao contrário da greve anterior, eu tinha parado de freqüentar as assembléias e até mesmo de ler os jornais, que, aliás, raramente concediam algumas linhas à brava luta dos funcionários do Ministério da Cultura. Meu pai, por sua vez, soube do fim da greve pela televisão, que eu também não assisto, até porque o único canal que tem audiência lá em casa, até as 9 da noite, é o Discovery Kids. Assim, o retorno ao trabalho acabou mesmo me pegando de surpresa... e com ele, além da natural readaptação e retomada das atividades interrompidas, veio uma série de mea culpas relativas à forma como aproveitei o tempo.
Atualizando a agenda, dá para ver que não fiquei em completo ócio. Atualizei apostilas, dei e marquei cursos e palestras, revisei o livro que vai ser lançado em Setembro, isso sem falar em todos os livros e revistas que li. Mas a insatisfação divina, essa sensação de que por mais que eu faça sempre podia ter feito mais, já começou a deitar suas raízes.
E aí eu começo a me censurar. Por exemplo: escrever fan fiction do Harry Potter é legal, mas por que eu ficava tantas horas discutindo as histórias com os outros membros do grupo? E por que não tentei retomar as histórias do meu próprio universo? Tenho tantos livros teóricos sobre Literatura, Fantasy e Contos de Fadas para fichar, por que não o fiz? Por que não divulguei mais os cursos que estavam marcados, nem saí em busca de mais espaços onde pudesse mostrar meu trabalho?
Todas essas foram indagações que surgiram nesses primeiros dias. Mas agora, com a volta à BN, meu tempo acabou ficando tanto mais curto quanto mais organizado, e, apesar de eu ter que enfrentar um problema muito sério, para quem divulga seu trabalho através de blog - os computadores da Biblioteca estão queimados -, sinto que de alguma forma conseguirei resultados melhores do que os alcançados nesse período de limbo profissional.
Assim, estou de volta à selva. Por enquanto sem poder fazer visitas, pois não tenho tempo para ir a lans, mas motivada para reativar a Estante Mágica. Sinto que ainda tenho muito a dizer e que este é um canal de comunicação que não quero, não devo perder, apesar de todas as dificuldades. Agradeço a quem continua passando por aqui e farei de tudo para manter e aumentar nosso círculo, pois nada me dá mais prazer do que compartilhar conhecimentos, histórias e... por que não dizer? a amizade de todos vocês.
Até a próxima! Em breve, espero...
Com carinho,
Ana Lúcia
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