sexta-feira, abril 29, 2011

E As Águias Estão Voando!!


Pessoas Queridas,

Um ciclo finalmente se completou com o lançamento de O Castelo das Águias - um livro idealizado há muitos anos, que passou por um longo processo de concepção, escrita e reescrita pra chegar até vocês. Acho que podem imaginar como estou feliz!! :)

Não vou me estender contando aqui o que já foi postado no blog do Castelo(e que inclui até um vídeo levemente "miquento" feito pra comprovar a ausência de marmelada no sorteio da camiseta exclusiva). Quem quiser conferir os detalhes é só clicar no banner do blog, logo aí do lado. Assim, podem aproveitar pra dar uma passada d´olhos nos posts sobre o universo e os personagens, além de ler o conto Temporada das Flores... que tal?

Agora, pra quem não quer saber de blog nenhum e sim de ler o livro, uma boa notícia: já surgiu a primeira oportunidade de ganhar um exemplar autografado de O Castelo das Águias. E, melhor ainda, outros nove livros sensacionais de autores brasileiros - tudo ao mesmo tempo agora!! É só participar da promoção idealizada por Ademir Pascale, cujas regras você pode conferir aqui.

Boa sorte - e até breve!!

domingo, abril 17, 2011

Lançamento de "O Castelo das Águias" no Rio de Janeiro


Pessoas Queridas,

Quem escreve sabe: poucas coisas nos fazem sentir mais recompensados do que ver nossos livros publicados e lidos por nossos amigos. Os que já temos e os que passam a sê-lo através da identificação com nosso trabalho.

Seis anos depois de ter começado a escrever a primeira versão de O Castelo das Águias, é com orgulho que o partilho com vocês. E convido - os que moram no Rio e arredores, por enquanto - para o lançamento, que será na Livraria da Travessa, dia 26 de abril, a partir das 17 h.

Todos que comparecerem ganharão marcadores de brinde e, se quiserem, poderão deixar seu nome e um e-mail de contato para concorrer a uma camiseta exclusiva, que vamos sortear no dia seguinte.


Que tal? Bonitas, né? ;)

Então, Pessoas, já sabem. Espero vocês na Travessa, 26 de abril. Mas, se não der pra ir, não fiquem tristes. Haverá sorteio de camisetas em outras oportunidades. E o livro, como sabem, já está à venda, em lojas físicas e online.

Abraços - e muita expectativa!

Ana

segunda-feira, abril 11, 2011

Bibliotecas, Passado, Presente e Futuro


Oi, Pessoas! Tudo bem?

Partilho com vocês o texto de Andreia Hisi na revista virtual de jornalismo científico ComCiência. Este mês eles trazem um dossier sobre bibliotecas, e colaborei respondendo a uma entrevista. O resultado vocês veem aqui.

Como imagem de abertura, o alfabeto dos meus antepassados, sobre os quais estou escrevendo um texto para a Ciência Hoje das Crianças. Aguardem!

Abraços a todos,

Até a próxima!

segunda-feira, abril 04, 2011

Monstros na Biblioteca Nacional


Pessoas Queridas,

Peço que me desculpem o sumiço dos últimos tempos. O lançamento do Castelo das Águias se aproxima e há outros compromissos pendentes, por isso tanto este blog quanto o do próprio Castelo acabam ficando meio de lado. Tenho certeza de que vocês compreendem.

Neste meio-tempo, quero convidá-los a visitar a Biblioteca Nacional e conhecer os monstrinhos. Não, não estou falando daqueles que escrevem furiosamente e mantêm blogs malucos, mas sim de outros bem mais respeitáveis: os monstros pertencentes ao imaginário dos séculos XVI a XIX, retratados em livros da época que, até o dia 20 de abril, se encontram em exposição na Divisão de Obras Raras, sob a curadoria de sua chefe, Ana Virgínia Pinheiro.

Para maiores informações, visitem o site da Biblioteca Nacional. E não esqueçam: se alguém aparecer por aqui, tem uma monstrinha na sala ao lado (Divisão de Manuscritos) que está sempre pronta pra bater um papo e tomar um café com os amigos.

Até lá,

Grande abraço!

segunda-feira, março 21, 2011

Julie e Julia


Pessoas Queridas,

Inteiramente fora de cronograma, venho deixar meus comentários sobre um filme que muitos de vocês já devem ter visto, e que recomendo a todos os que me leem: Julie and Julia, de Nora Ephron, estrelado por Amy Adams e Meryl Streep com uma voz inacreditável.

Não, o filme não tem nada a ver com o gênero fantástico. E, sim, é aquele que fala sobre uma mulher que prepara as mais de 500 receitas do livro de uma outra, escrito várias décadas antes. Só que a história não é sobre comida – ou melhor, ,é sobre comida, mas antes de tudo sobre os grilos, os altos e baixos, as derrotas, vitórias e principalmente expectativas de todo escritor. Principalmente os aspirantes, como a Julie do filme, que acabava de desistir de escrever um romance, trabalhava num lugar detestável (alguns de nós têm mais sorte) e reencontrou o equilíbrio através do auto-imposto desafio de preparar as receitas da outra ao longo de um ano. Por meio de seu blog, ela partilha a experiência com dezenas, depois centenas ou milhares de pessoas, e o apoio que recebe a ajuda a restaurar a fé em si mesma.

Enquanto isso acontece, o espectador acompanha também a jornada da escritora do livro. Julia Child era uma americana de meia-idade, descrita como “adorável” pelo marido devotado (pessoalmente eu não gostaria de tê-la como sogra) , que preenche seus dias em Paris aprendendo culinária francesa. O acaso a faz conhecer duas outras senhoras que estão escrevendo um livro, e as três se associam na dura tarefa de concluir o trabalho, enfrentar a rejeição das editoras e, ainda, lidar com os problemas que o marido, membro do serviço diplomático, enfrenta por conta do macartismo.

Do lado de cá, o marido de Julie é o primeiro que a incentiva a escrever o blog, mas, ao longo do percurso, se ressente da obsessão da esposa por cumprir sua “missão”. Daí as acusações de egocentrismo (que escritor nunca as ouviu?), as reivindicações (justas e injustas) e as brigas inevitáveis que ou separam um casal de vez ou fazem com que os dois se unam ainda mais (não, eu não vou contar o final do filme).

O mais legal de Julie e Julia, porém, é ver como ambas, cada qual à sua maneira e de acordo com a época, enfrentam os obstáculos inerentes à carreira de todos os escritores. A gente os reconhece em várias cenas: Julie deprimida porque a editora cancelou um jantar; Julia decepcionada com a escritora idosa que não tinha nada valioso a dizer; mais tarde, pulando de alegria e abraçando o marido ao receber uma carta positiva, do mesmo jeito que Julie saiu dançando pela casa ao ouvir a longa série de mensagens após a publicação do artigo no NY Times. Todas, menos a última. E foi a última, a única de fato ligada a Julia, que proporcionou o maior de seus desafios.

Epa! Quase que eu conto como termina. Antes que isso aconteça, vou parando por aqui. Reservo apenas duas linhas para dizer que as semelhanças entre mim e as duas protagonistas – a Julia gregária e de bem com a vida, a ansiosa e sensível Julie – não param no fato de todas sermos escritoras. Elas se complementam no fato de termos bons amigos, que nem sempre estão fisicamente por perto, mas com quem podemos contar; e no fato de que, seja lá o que enfrentarmos no caminho, temos a sorte de encontrar amor e um porto seguro em nossos companheiros.

Esperando que curtam a dica,

Abraços e até a próxima!