segunda-feira, setembro 07, 2009

Sementes

Pessoas queridas,

Enfim, estou de volta. Foi difícil criar coragem para encarar esta página vazia. Ainda agora, com tanta coisa que vem me acontecendo, não sei ao certo se eu devia escrever, ou o que deveria escrever, já que a Estante ainda não conseguiu sair da sua crise de identidade. Ela é um diário pessoal ou uma página de dicas literárias? Um site de artigos e resenhas ou um local de bate-papo? Ou tudo isso junto, como costumava ser no início? Não importa. O que importa é que o círculo continua aberto, mesmo que tenha se reduzido a um diâmetro minúsculo.

Meu microcosmo. É nele que estão acontecendo as maiores mudanças, que já me permitiram plantar algumas sementes para o futuro.

Se são rosas, florescerão.

sábado, julho 04, 2009

De Partida

Pessoas queridas

Estou de partida por um mês... para rever o passaredo pelos portos de Lisboa, como diz a canção.

Mas volto antes da Primavera.

Até breve!!

quarta-feira, junho 17, 2009

Meu Ecomascote



Para quem não sabe, confesso agora: não sou nenhum modelo no que se refere a atitudes ecológicas. Uso saco de plástico adoidado e não separo o lixo. Mas - como os livros que ainda não escrevi - as idéias estão lá. E de vez em quando até pesam na consciência.

Se a doação da minha criatividade pode me redimir um pouco, aqui vai o resultado dos meus esforços: o vencedor do concurso (tendo pais e mães como concorrentes e os alunos como eleitores) para eleger o mascote da Educação Ambiental da escola da Luciana.

O que acham?

segunda-feira, junho 08, 2009

quinta-feira, maio 07, 2009

Mais um poema dos meus 20 anos...

(... só que agora eu tenho mais!)


Presença

Às vezes um espírito me segue.
Eu não o chamaria anjo ou demônio,
consinto apenas que venha e se apegue.

Às vezes, se medito na clareira,
ele brinca entre os troncos, e me espreita.
Sua presença é atenta e companheira.

Às vezes temo que ele me apareça
tal como é; e no meu despreparo
para enfrentá-lo, ele se vá e me esqueça.

Às vezes me pergunto o que seria.
Não sei se ele me ama ou se me odeia,
apenas me observa, noite e dia.

Às vezes, se repouso, sem que eu veja
ele se achega e penetra em meus sonhos
e a um tempo só me atemoriza e beija.

E então eu sinto que a resposta é esta:
quem me acompanha é o Guardião do Dharma,
lembrando o pouco tempo que me resta.