Pessoas queridas,
É verdade, faz tempo que não posto aqui, ao passo que a escrita ficcional vai se arrastando num lento e penoso processo. É como a subida de uma trilha íngreme, que demanda mais esforço do que o normal porque você está fora de forma, mas que ainda assim vale a pena vencer. Pela paisagem e pela sensação de plenitude no final.
A trilha é longa e não tenho muito fôlego, mas tenho companhia, principalmente o incentivo que me dão as palavras de mulheres como eu. São escritoras que precisam conciliar as dores e delícias do ofício com aquelas que provêm de suas vidas pessoais: os amores, os filhos, a necessidade de estar ao mesmo tempo em vários lugares e desempenhar tarefas as mais diversas. Além disso, existem as dúvidas, a inquietude tão comum a todas nós e os bloqueios que, vez por outra, nos travam a mente e a mão – e se tudo isso transparece nas entrelinhas dos contos e novelas, a confissão é clara e completa quando se trata de escritos autobiográficos.
Dentre os muitos que li, há três de que gostei especialmente, e dos quais costumo me lembrar quando me faltam o ânimo e a coragem. Os livros não estão à mão, mas aqui vão as idéias centrais, ou pelo menos aquelas com que me identifico... e que me fazem saber que não estou só.
O primeiro depoimento é de Doris Lessing, cuja autobiografia em dois volumes – Andando na Sombra e Debaixo da Minha Pele cobre várias décadas de uma vida dedicada à literatura e ao ativismo político. Num deles – o segundo, possivelmente, pois ela então já era uma autora consagrada – Doris aconselha aos escritores que “jamais procurem a aprovação de um crítico” para seus originais; que um amigo bem-intencionado é uma escolha muito melhor, simplesmente porque se importa com os sentimentos do escritor acerca do valor de seu trabalho. Ou pelo menos foi o que li nas entrelinhas. De qualquer forma, esse é um conselho que eu tento seguir, especialmente porque tenho a sorte de ter amigos que gostam de Literatura... e que, embora possam apontar uns defeitos aqui e ali, quase sempre conseguem me assegurar de que estou contando uma boa história.
E se eu sinto que a história não é tão boa? Nesse caso, recorro a outra escritora: Amy Tan, que em O Oposto do Destino fala francamente sobre os seus "maus começos". Entre seus vários romances de sucesso ela iniciou a escrita de outros tantos, às vezes avançando por dezenas de páginas que, depois, não teve como aproveitar. Reconhecer a fragilidade de um trabalho, principalmente quando já adiantado, e começar do zero são dois atos de coragem, mas necessários ao ofício de escritor – e se uma autora tarimbada como Tan passa por eles, por que não eu?
Agora, uma citação que vem de leitura recente: A Soma dos Dias, uma espécie de segunda autobiografia de Isabel Allende, na qual conta o que aconteceu a ela e a sua extensa família após a morte de Paula. Allende é uma espécie de Mãe-Terra que, tanto quanto em suas atividades literárias, tem que estar envolvida na vida familiar, e tanto se enredou no dia-a-dia que acabou por ver secar o poço da inspiração. Felizmente, foi passageiro - outros livros, inclusive sua impagável e folhetinesca leitura do Zorro, vieram após esse momento - mas ler sobre isso me despertou para o fato de que eu, também, tenho deixado a fonte secar mais do que é admissível, pelos deveres que preciso assumir - ou que assumo, desnecessariamente, por excesso de zelo, mas isso é o que menos importa. O importante é que percebi de repente o quanto minha vida estava se tornando árida, rotineira, desprovida de Magia, mesmo aquela que se encontra nas pequenas coisas. Sem Magia é impossível escrever - e é por isso que estou aqui, tentando fazer com que as fontes voltem a fluir como antes. Não é fácil, mas no fim acho que consigo.
Vocês esperam por mim?
domingo, março 15, 2009
quarta-feira, janeiro 14, 2009
Pegando no Tranco (1) : Leituras de 2008
Pessoas Queridas,
Espero que o início do ano esteja sendo muito bom para vocês. Da minha parte, estou indo bem, inclusive conseguindo cumprir o meu programa de Resoluções Semanais de Ano Novo. Elas são semanais porque, apesar de eu ter uma lista anual, achei mais fácil ir aos pouquinhos, subdividindo minhas metas para cada semestre, depois trimestre, depois... bom, vocês entenderam.
Então, como parte do meu planejamento para esta semana, aqui vai o primeiro post de 2009 da Estante Mágica. Quebrei um pouco a cabeça pensando no que escrever até me decidir por uma das coisas que mais costumavam agradar a quem me visita: dicas literárias. Estas se referem aos dez livros que mais se destacaram entre os que li em 2008. São todos de ficção, sendo os primeiros cinco de fantasia ou FC e o sexto uma mistura do gênero fantástico com uma literatura mais realista, mas que, pela ambientação histórica, também permite um grande espaço à imaginação. Na verdade, pensando bem, acho que esses últimos livros vão num crescendo, do mais para o menos fantástico e mais ancorado à realidade. Isso não foi intencional, garanto. Mas a essa altura, uma vasculhada no meu subconsciente deve dizer muita coisa.
Então, sem mais delongas... Aqui vão minhas dicas para 2009!
1. O Último Elfo – Silvana de Mari
Temas atuais como a guerra, a fome, a intolerência e – principalmente – o genocídio são habilmente abordados neste livro da italiana Silvana de Mari. O tom, dizem as resenhas, é de fábula, mas para mim se trata de fantasia épica. E uma boa fantasia, na qual os clichês do tipo “ogro mau, elfo bonzinho” não são nem rejeitados nem “maquiados”, mas sim assumidos e reinventados de forma criativa. A história prossegue em “O Último Ogro”, que ainda não li, mas promete ser tão bom ou melhor que o primeiro. Confirmo em breve.
2. J. J. e a Música do Tempo – Kate Thompson
Um livro muito interessante de fantasia para jovens. O protagonista é J. J., um adolescente irlandês que toca numa banda familiar de música tradicional – e que, de repente, percebe que o tempo começou a passar mais rápido, como se vazasse de uma ampulheta. Para resolver o problema ele deve passar por um portal que conduz ao mundo dos imortais, onde o tempo jamais se escoa... e onde, bem ao espírito irlandês, a música é tudo. Vale a pena.
3. Eu Sou a Lenda – Richard Matheson
Publicada juntamente com um conjunto de contos (alguns bons, mas não achei nada fantástico), esta novela é mais instigante, mais pessimista e mais impressionante que sua recente refilmagem, protagonizada por Will Smith. E, embora eu goste de finais felizes, como leitora fiquei mais satisfeita com este.
4. Oryx e Crake – Margaret Atwood
Outro exemplo de distopia – desta vez mais fortemente baseada no uso perverso da ciência e da manipulação genética – este livro não deixa nada a dever aos outros da autora, que aliás já havia se aventurado pelas veredas de um futuro sombrio em “A História da Aia”. Aqui, o (supostamente) último sobrevivente da raça humana tal como a conhecemos recorda cada um dos passos dados pelo gênio que levou o mundo ao colapso – que, não por acaso, é seu amigo de infância.
5. A Criança Roubada – Keith Donohue
Possivelmente o melhor livro que li este ano. Ele trabalha com o mito (será?) dos changelings, crianças que são roubadas por duendes e passam a viver com eles na floresta, ao mesmo tempo que uma das criaturas assume sua forma e sua antiga vida. Aqui, o leitor acompanha a ambos: o menino Henry Day, chamado de “Aniday” por seus novos companheiros, e o duende que tomou seu lugar – e no qual afloram as habilidades e as lembranças provenientes de uma existência ainda mais remota, levando-o, aos poucos, a perceber que ele e seu duplo estão enredados num único círculo. Imperdível!
6. Era uma Vez um Alferes – Mário de Carvalho
Este vem d´além mar, de um autor erudito e talentoso que já nos presenteou com “Um Deus Passeando Pela Brisa da Tarde”. Neste volume há uma novela ambientada na mesma época – a Lusitânia romana – e alguns relatos sobre guerras coloniais, todos bem-escritos e interessantes. A “jóia” do livro, porém, é um conjunto de contos curtos, que eu situaria dentro do realismo mágico e que é protagonizado pelos moradores de um bairro popular – uma espécie de mouraria, cheia de tipos porreiros e onde tudo pode acontecer.
7. Inés de Minha Alma – Isabel Allende
Como eu sou suspeita para falar de Isabel Allende, não vou dizer muita coisa. Apenas que a Inés do título é a amante de Pedro de Valdivia, conquistador espanhol a quem acompanha em sua viagem ao Chile e com quem partilha os primeiros tempos da fundação de Santiago. Uma excelente opção para quem gosta de romances históricos.
8. A Canção da Espada – Bernard Cornwell
A recomendação, na verdade, se aplica a toda a série “Crônicas Saxônicas”, na minha opinião a melhor do autor (“Sharpe” talvez seja boa também, mas eu não li). Este livro, porém, foi melhor de ler do que os outros, com uma narrativa mais ágil e a possibilidade de perceber melhor os nuances do protagonista, Uhtred – um nobre saxão criado pelos dinamarqueses – e a genialidade de seu rei e suserano, Alfredo, de longe meu personagem favorito.
9. A Dama e o Unicórnio – Tracy Chevalier
Quem gostou de “Moça com Brinco de Pérola” não deve perder este romance da mesma autora, tecido (gostaram?) em torno de um dos mais famosos conjuntos de tapeçarias que nos legou o século XV. Nicolas des Innocents, o protagonista, é um personagem interessante, assim como a história de amor e de ambição por trás das tapeçarias, mas o melhor de tudo é o quadro verossímil e perfeitamente nítido da vida dos artesãos da época. Que vontade de estar lá!
10. Aquele Inverno em Leningrado – Helen Dunmore
Os personagens são fictícios, mas a história é verdadeira e muito bem-contada. Os dramas pessoais de Anna, Andrei, Mikhail e Marina se entrelaçam e são contidos no drama maior de toda a população de Leningrado, isolada pela neve e pela guerra durante 900 dias – um episódio já abordado, embora com enfoque mais pessoal, em outro bom livro, “As Madonas de Leningrado”, de Debra Dean.
.....
Bom, Pessoas... Por enquanto é só. Espero que vocês experimentem alguma (ou várias) destas leituras - ou que já o tenham feito - e que, em ambos os casos, deixem aqui suas impressões. Ainda há muito mais a dizer do que foi possível nestas linhas!
Abraços a todos,
Ana Lúcia
Espero que o início do ano esteja sendo muito bom para vocês. Da minha parte, estou indo bem, inclusive conseguindo cumprir o meu programa de Resoluções Semanais de Ano Novo. Elas são semanais porque, apesar de eu ter uma lista anual, achei mais fácil ir aos pouquinhos, subdividindo minhas metas para cada semestre, depois trimestre, depois... bom, vocês entenderam.
Então, como parte do meu planejamento para esta semana, aqui vai o primeiro post de 2009 da Estante Mágica. Quebrei um pouco a cabeça pensando no que escrever até me decidir por uma das coisas que mais costumavam agradar a quem me visita: dicas literárias. Estas se referem aos dez livros que mais se destacaram entre os que li em 2008. São todos de ficção, sendo os primeiros cinco de fantasia ou FC e o sexto uma mistura do gênero fantástico com uma literatura mais realista, mas que, pela ambientação histórica, também permite um grande espaço à imaginação. Na verdade, pensando bem, acho que esses últimos livros vão num crescendo, do mais para o menos fantástico e mais ancorado à realidade. Isso não foi intencional, garanto. Mas a essa altura, uma vasculhada no meu subconsciente deve dizer muita coisa.
Então, sem mais delongas... Aqui vão minhas dicas para 2009!
1. O Último Elfo – Silvana de Mari
Temas atuais como a guerra, a fome, a intolerência e – principalmente – o genocídio são habilmente abordados neste livro da italiana Silvana de Mari. O tom, dizem as resenhas, é de fábula, mas para mim se trata de fantasia épica. E uma boa fantasia, na qual os clichês do tipo “ogro mau, elfo bonzinho” não são nem rejeitados nem “maquiados”, mas sim assumidos e reinventados de forma criativa. A história prossegue em “O Último Ogro”, que ainda não li, mas promete ser tão bom ou melhor que o primeiro. Confirmo em breve.
2. J. J. e a Música do Tempo – Kate Thompson
Um livro muito interessante de fantasia para jovens. O protagonista é J. J., um adolescente irlandês que toca numa banda familiar de música tradicional – e que, de repente, percebe que o tempo começou a passar mais rápido, como se vazasse de uma ampulheta. Para resolver o problema ele deve passar por um portal que conduz ao mundo dos imortais, onde o tempo jamais se escoa... e onde, bem ao espírito irlandês, a música é tudo. Vale a pena.
3. Eu Sou a Lenda – Richard Matheson
Publicada juntamente com um conjunto de contos (alguns bons, mas não achei nada fantástico), esta novela é mais instigante, mais pessimista e mais impressionante que sua recente refilmagem, protagonizada por Will Smith. E, embora eu goste de finais felizes, como leitora fiquei mais satisfeita com este.
4. Oryx e Crake – Margaret Atwood
Outro exemplo de distopia – desta vez mais fortemente baseada no uso perverso da ciência e da manipulação genética – este livro não deixa nada a dever aos outros da autora, que aliás já havia se aventurado pelas veredas de um futuro sombrio em “A História da Aia”. Aqui, o (supostamente) último sobrevivente da raça humana tal como a conhecemos recorda cada um dos passos dados pelo gênio que levou o mundo ao colapso – que, não por acaso, é seu amigo de infância.
5. A Criança Roubada – Keith Donohue
Possivelmente o melhor livro que li este ano. Ele trabalha com o mito (será?) dos changelings, crianças que são roubadas por duendes e passam a viver com eles na floresta, ao mesmo tempo que uma das criaturas assume sua forma e sua antiga vida. Aqui, o leitor acompanha a ambos: o menino Henry Day, chamado de “Aniday” por seus novos companheiros, e o duende que tomou seu lugar – e no qual afloram as habilidades e as lembranças provenientes de uma existência ainda mais remota, levando-o, aos poucos, a perceber que ele e seu duplo estão enredados num único círculo. Imperdível!
6. Era uma Vez um Alferes – Mário de Carvalho
Este vem d´além mar, de um autor erudito e talentoso que já nos presenteou com “Um Deus Passeando Pela Brisa da Tarde”. Neste volume há uma novela ambientada na mesma época – a Lusitânia romana – e alguns relatos sobre guerras coloniais, todos bem-escritos e interessantes. A “jóia” do livro, porém, é um conjunto de contos curtos, que eu situaria dentro do realismo mágico e que é protagonizado pelos moradores de um bairro popular – uma espécie de mouraria, cheia de tipos porreiros e onde tudo pode acontecer.
7. Inés de Minha Alma – Isabel Allende
Como eu sou suspeita para falar de Isabel Allende, não vou dizer muita coisa. Apenas que a Inés do título é a amante de Pedro de Valdivia, conquistador espanhol a quem acompanha em sua viagem ao Chile e com quem partilha os primeiros tempos da fundação de Santiago. Uma excelente opção para quem gosta de romances históricos.
8. A Canção da Espada – Bernard Cornwell
A recomendação, na verdade, se aplica a toda a série “Crônicas Saxônicas”, na minha opinião a melhor do autor (“Sharpe” talvez seja boa também, mas eu não li). Este livro, porém, foi melhor de ler do que os outros, com uma narrativa mais ágil e a possibilidade de perceber melhor os nuances do protagonista, Uhtred – um nobre saxão criado pelos dinamarqueses – e a genialidade de seu rei e suserano, Alfredo, de longe meu personagem favorito.
9. A Dama e o Unicórnio – Tracy Chevalier
Quem gostou de “Moça com Brinco de Pérola” não deve perder este romance da mesma autora, tecido (gostaram?) em torno de um dos mais famosos conjuntos de tapeçarias que nos legou o século XV. Nicolas des Innocents, o protagonista, é um personagem interessante, assim como a história de amor e de ambição por trás das tapeçarias, mas o melhor de tudo é o quadro verossímil e perfeitamente nítido da vida dos artesãos da época. Que vontade de estar lá!
10. Aquele Inverno em Leningrado – Helen Dunmore
Os personagens são fictícios, mas a história é verdadeira e muito bem-contada. Os dramas pessoais de Anna, Andrei, Mikhail e Marina se entrelaçam e são contidos no drama maior de toda a população de Leningrado, isolada pela neve e pela guerra durante 900 dias – um episódio já abordado, embora com enfoque mais pessoal, em outro bom livro, “As Madonas de Leningrado”, de Debra Dean.
.....
Bom, Pessoas... Por enquanto é só. Espero que vocês experimentem alguma (ou várias) destas leituras - ou que já o tenham feito - e que, em ambos os casos, deixem aqui suas impressões. Ainda há muito mais a dizer do que foi possível nestas linhas!
Abraços a todos,
Ana Lúcia
domingo, dezembro 21, 2008
As Novas Resoluções de Sempre
Pessoas Queridas,
Os últimos dias do ano são, tradicionalmente, um tempo de resoluções e novos planos. Nem tão novos assim, às vezes: em geral trata-se apenas de redimensionar os antigos. No meu caso, os projetos ligados à escrita e à leitura continuam, mas - como nada é perfeito - o problema da visibilidade também persiste. Em meio às tentativas de ao menos minimizá-lo, a existência de um canal de comunicação é muito importante, por isso escrevi no topo da minha lista de resoluções: reativar a Estante Mágica. É o que espero fazer, ao longo do próximo ano, contando com o apoio de vocês.
Até lá,
Meus melhores votos a todos!
Ana Lúcia
Os últimos dias do ano são, tradicionalmente, um tempo de resoluções e novos planos. Nem tão novos assim, às vezes: em geral trata-se apenas de redimensionar os antigos. No meu caso, os projetos ligados à escrita e à leitura continuam, mas - como nada é perfeito - o problema da visibilidade também persiste. Em meio às tentativas de ao menos minimizá-lo, a existência de um canal de comunicação é muito importante, por isso escrevi no topo da minha lista de resoluções: reativar a Estante Mágica. É o que espero fazer, ao longo do próximo ano, contando com o apoio de vocês.
Até lá,
Meus melhores votos a todos!
Ana Lúcia
quinta-feira, outubro 30, 2008
segunda-feira, outubro 13, 2008
A Jovem Carolina ou Meu Orgulho "Barnabé"
Pessoas Queridas,
Enquanto a Ana Escritora continua seu passeio pelo bosque da ficção (isso é uma citação, OK? Não é um plágio), a Ana Barnabé, digo, Ana Bibliotecária aproveita para partilhar uma das suas modestas contribuições à cultura brasileira. Ela figura entre muitas outras, anônimas ou não, feitas pelos funcionários da Biblioteca Nacional e instituições irmãs ao longo de muitos anos de dedicação ao trabalho de pesquisa.
A minha descoberta - na verdade um achado, em vários sentidos - pode ser vista na exposição que homenageia o grande Machado de Assis, em cartaz até o dia 8 de novembro no auditório da Biblioteca Nacional. Para antecipar os detalhes, porém, deixo aqui o link para a matéria de Cecília Costa, na qual meu nome é citado graças à gentileza e sensibilidade do maestro Marco Lucchesi.
http://www.abi.org.br/colunistas.asp?id=903
Espero por vocês!
Saudações Barnabés,
Ana Lúcia
Enquanto a Ana Escritora continua seu passeio pelo bosque da ficção (isso é uma citação, OK? Não é um plágio), a Ana Barnabé, digo, Ana Bibliotecária aproveita para partilhar uma das suas modestas contribuições à cultura brasileira. Ela figura entre muitas outras, anônimas ou não, feitas pelos funcionários da Biblioteca Nacional e instituições irmãs ao longo de muitos anos de dedicação ao trabalho de pesquisa.
A minha descoberta - na verdade um achado, em vários sentidos - pode ser vista na exposição que homenageia o grande Machado de Assis, em cartaz até o dia 8 de novembro no auditório da Biblioteca Nacional. Para antecipar os detalhes, porém, deixo aqui o link para a matéria de Cecília Costa, na qual meu nome é citado graças à gentileza e sensibilidade do maestro Marco Lucchesi.
http://www.abi.org.br/colunistas.asp?id=903
Espero por vocês!
Saudações Barnabés,
Ana Lúcia
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