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sábado, agosto 03, 2019

Contos Novos no Ar!


Pessoas Queridas,

Foram-se as férias, e agora entramos firmes e fortes no segundo semestre do ano.

Tenho muitos eventos programados, e aos poucos falarei deles, para convidar e para contar como foi. Por ora, fico feliz por anunciar que a campanha dos Duendes foi um sucesso, e que, enquanto esperamos pelo livro, há mais contos meus no ar esperando para ser lidos. "No ar", literalmente, pois são todos e-books ou PDFs. Querem conhecê-los?



"Ainda Centauros", bem curtinho, saiu em e-book por uma iniciativa da Casa Fantástica -- por sinal, o evento em Paraty foi ótimo -- e pode ser lido de graça na Amazon, clicando aqui.



"Cybermadrinha" foi republicado no primeiro número da revista Literomancia, e o PDF vocês baixam também de graça aqui.



Por fim, "O Touro Vermelho" foi selecionado entre cerca de 200 contos para integrar o segundo número da revista A Taverna e está à venda pela Amazon. Para adquiri-lo, cliquem aqui.

O ano ainda trará algumas surpresas -- com sorte, mais do que eu espero -- mas, por ora, torço para que leiam e gostem desses continhos. E quem ler, por favor, não deixe de avaliar, de comentar, de ao menos me contar... Seu feedback é da maior importância!

Até breve, com mais novidades!

quinta-feira, julho 04, 2019

Duendes: Contos Sombrios de Reinos Invisíveis : Catarse


Pessoas queridas,

Venho apresentar o meu novo projeto na Editora Draco. Trata-se da coletânea Duendes : contos sombrios de reinos invisíveis.

O livro reúne dez (talvez venham a ser onze!) dos melhores autores nacionais de fantasia, cujas narrativas mostram o Povo Pequeno em seu aspecto mais sinistro. Algumas são ambientadas no mundo contemporâneo, outras se inspiram em histórias tradicionais de várias culturas: a britânica, a eslava, a japonesa, a latino-americana e, claro, a brasileira. Muito mais do que simplesmente histórias bem contadas, trazemos um sólido trabalho de pesquisa em mitologia e folclore, que serviu para embasá-las e alinhavá-las.

A capa do livro, ainda não finalizada. Não está ficando o máximo?

Teço esta rede com minha experiência de vários anos pesquisando de mitos e contos de fadas. Os fios se estenderam pelas mãos de Aya Imaeda, Cristina Pezel, Daniel Folador Rossi, Diego Guerra, Isa Próspero, Luiz Felipe Vasques, Sid Castro, Silas Chosen  e Simone Saueressig (se atingirmos as metas extras, haverá mais um – surpresa!).

Para incrementar a pré-venda, a Editora Draco deu início a uma campanha no Catarse, através da qual a obra pode ser adquirida com desconto, brindes, como postais e marcadores de página, e ainda em conjunto com os outros livros de fantasia da editora, tais como as demais coletâneas organizadas por mim: Excalibur, Medieval (coorganizada com Eduardo Kasse e Prêmio Argos de Ficção Fantástica em 2017) e Magos (Prêmio Argos de 2018).

Se você curtiu a ideia, não hesite: dê um passo à frente, acesse o link do Catarse. Se não é muito fã de duendes e folclore, ou de fantasia sombria, tudo bem – mas ficaremos muito gratos se compartilhar o link, esta postagem ou os nossos posts em redes sociais. 

sexta-feira, janeiro 11, 2019

A Bruxa Meregilda


       Não é segredo pra ninguém que existem casas assombradas. Algumas podem dar dor de cabeça aos moradores – quando têm fantasmas de pessoas malvadas, por exemplo, ou aqueles monstros peludos que se escondem no armário – mas outros seres podem tornar a experiência bem divertida.

            O apartamento em que eu morava quando criança era assombrado por um duende. Ele era bonzinho, não brigava com ninguém nem fazia barulho, de forma que os adultos da família até esqueciam que estava em casa. Aí, quando ninguém esperava, ele fazia das suas, bagunçando os livros do meu pai ou deslizando um dedinho curioso pelo quadro recém-pintado da minha irmã.

            Eu também era alvo das travessuras do tal duende. Uma coisa que ele fazia era encolher minhas roupas, um tantinho por vez, de forma que depois de uns meses elas não cabiam mais. Também escrevia nos meus cadernos - eu tinha que comprar um novo toda semana. E cada história era mais doida que a outra. A maioria eu joguei fora, mas algumas guardei e ainda leio de vez em quando. Só pra lembrar de como era viver com aquele duende arteiro.
Quem me conhece sabe: os duendes não saíram da minha vida.
Os cadernos também não.


            À medida que eu crescia, ele foi ficando mais discreto, mas ainda aparecia de vez em quando. Nos fins de semana, minha mãe ficava acordada até tarde, e jura que escutava o duende entrar em casa pé-ante-pé. Isso só acabou depois que me casei e fui morar em Portugal. O duende sumiu na mesma época, e, pelo que sei, meus pais e minha irmã sentiram muita falta dele.

            Não sei se os lugares onde morei depois eram assombrados. De vez em quando o banheiro ficava alagado ou o bife queimava, mas essas provas não são suficientes. Além do mais, minhas roupas passaram a servir durante anos e ninguém escreveu uma linha sequer nos meus cadernos. Minha vida era bem mais tranqüila do que antes. Mas não tão divertida.

            Então, algum tempo depois de eu ter mudado para o meu novo apartamento, comecei a perceber uma presença estranha. Não era um duende nem um monstro. Só descobri o que era algum tempo mais tarde, quando minha filha Luciana tinha uns três anos. Foi aí que a bruxa começou a nos visitar.

Luciana aos cinco anos, quando já era
grande amiga da Meregilda. ;)

            Eu disse bruxa, sim, mas fiquem calmos. A maioria das bruxas é do Bem, pelo menos quando a gente é legal com elas. O que lhes dá má fama é o fato de que não são pessoas comuns. Podem se vestir, falar e agir como todo mundo, mas, olhando bem, dá pra ver que lá no fundo elas são diferentes. Isso assusta mais do que vocês podem imaginar.

            Seja como for, a bruxa apareceu numa noite de chuva, quando a Luciana não estava querendo ir se deitar. Eu já tinha insistido, oferecido leite quente e cantado musiquinhas pra ela, e nada. Fui ficando impaciente, cheguei a contar um-dois-três, e mãe quando conta um-dois-três pode apostar que a coisa é séria. Mesmo assim, ela ainda não queria dormir, e eu ia começar a brigar quando, de repente, quem foi que surgiu do nada e se intrometeu?

            Pois foi ela mesma, a bruxa. E era uma bruxa até simpática, só que muito séria. Cruzando os braços, ela olhou para a Luciana e disse que se chamava Meregilda; que dormia durante o dia e acordava às nove da noite, e que, a essa hora, as crianças tinham que ir para a cama. Luciana fez uma cara meio de medo, meio de choro, e foi então que a Bruxa Meregilda propôs fazer um trato com ela.

            Vocês sabem que as bruxas fazem tratos, não é? Sua voz em troca de um par de pernas, seu bebê por um repolho e coisas assim. Mas a proposta da Meregilda foi mais simples. Foi o seguinte: a Luciana ia logo pra cama e a bruxa contava uma história pra ela. Uma história emocionante, mas não assustadora. E que fazia ter ótimos sonhos.

            Ouvindo isso, a Luciana se animou, mas ainda estava em dúvida e olhou pra mim. Como a essa altura eu já tinha percebido que a bruxa era legal, falei que ela devia experimentar, e lá se foram as duas de mãos dadas para o quarto.

            E o que aconteceu? Aconteceu que a Meregilda contou uma história ótima. Ou talvez nem fosse tão boa, e sim apenas uma história maluca feito aquelas do duende. Só que a bruxa contava de um jeito engraçado, e ainda dava um jeito de aproveitar as coisas que a Luciana dizia no meio. E quando, depois de muita contação e muita risada, minha filha pegou no sono, o sorriso dela me deu a certeza de que aquela era a primeira de uma longa série de histórias.

            A partir daí, a Bruxa Meregilda voltou várias vezes. Nem sempre tinha histórias novas, então repetia uma que tivesse feito sucesso ou pegava emprestado num livro. Com o tempo, a Luciana também aprendeu a ler, e as duas liam em voz alta uma para a outra. Na verdade, fizeram isso ontem mesmo, e algo me diz que vão fazer hoje de novo. Porque, se vocês pensam que a Meregilda foi embora depois que a Luciana cresceu, podem tirar o cavalinho da chuva! Ela continua por aqui. E pelo jeito não vai embora tão cedo.

E não vai mesmo. Ela está a todo vapor. Na Bienal 2017, por
exemplo, foi vista em companhia de jovens escritores, como
Danilo Sarcinelli.
            E sabem o que mais? Eu acho que nos últimos tempos ela anda se encontrando com o duende, aquele de quando eu era criança, e trazendo ele escondido aqui em casa. Quem mais teria feito uma história tão doida como esta aparecer no meu computador?

terça-feira, dezembro 18, 2018

Leituras de 2018: Estrangeiros

Pessoas Queridas,

Cá estou eu de novo para falar do que andei lendo ao longo de 2018. Foi bastante coisa: 112 livros no total até agora, dos quais cerca de setenta estrangeiros, isso sem os contos e fragmentos soltos. Vou compartilhar aqueles que mais curti, sem ordem de preferência, lembrando que o único critério é o prazer (e em alguns casos as reflexões) que essas leituras me proporcionaram. Vamlá?


O Menino que Via Demônios, de Carolyn Jess-Cooke. O livro conta a história de Alex, um menino irlandês com problemas familiares e psicológicos, cujo único amigo declarado é... um demônio de 9.000 anos de idade. À medida que seu tratamento progride, Anya, a psiquiatra, se vê cada vez mais perto da resposta a uma pergunta inquietante: Ruen, o demônio, realmente existe?



A Forma da Água, de Guillermo del Toro e Daniel Kraus. A maioria dos leitores deste blog deve ter visto o filme (que eu ainda não vi) e tenho certeza de que se sensibilizou com a história. Recomendo que também leiam o livro, pois a história contada aqui é maravilhosa do ponto de vista literário. Eu devorei essas páginas (ou melhor, as bebi, pois se trata de água, não é? hehehe) e os raros intervalos me trouxeram muitas reflexões sobre o amor e a condição humana.



Nas Noites Árabes, de Tahir Shah. O autor já passou por esta estante com A Casa do Califa, em que conta seu primeiro ano em Casablanca numa casa assombrada por djinns. Agora, ele narra as histórias que ouviu de vários narradores, numa viagem pelo Marrocos, histórias tradicionais e familiares com um toque de superstição, sabedoria e sobrenatural. E, ao mesmo tempo, se faz uma pergunta: qual dessas histórias é a mais importante para a sua vida?



Reze Pelas Mulheres Roubadas, de Jennifer Clement. Esse livro é triste, muito triste... e, infelizmente, realista. Conta a história de mulheres em localidades do México dominadas pela guerra do tráfico, os duros artifícios da sobrevivência, a quase impossibilidade de quebrar o ciclo, mesmo que se deixe aquele local. Não se trata de documentário, mas de um romance muito bem escrito, que me prendeu do início ao fim e me fez torcer loucamente pela protagonista LadyDi.




Hex, de Thomas Olde Heuvelt. Esse vocês com certeza conhecem, não me alongarei sobre ele. Direi apenas que vale muito a pena conhecer a história criada pelo autor holandês, e transplantada para uma cidade americana onde a população convive com uma bruxa do século XVII e com a maldição que os prende àquele local. Bem escrito e um pouco angustiante, como esse tipo de livro tem de ser.


*****

Bom, essas foram as leituras que destaco, dentre as estrangeiras, neste ano que ora se encerra. Espero que aproveitem algumas dessas dicas e deixem as suas nos comentários.

Ainda nos falamos antes de o ano virar!!

segunda-feira, dezembro 10, 2018

Leituras de 2018: Nacionais

Pessoas Queridas,

Fiquei em dúvida sobre publicar a lista de minhas leituras favoritas este ano. Não são resenhas, não se referem (ou nem sempre) a livros novos pra ficar de olho... não têm muito critério, realmente, só aquilo que li e gostei. Mas como é uma tradição de muitos anos, e os consultados foram unânimes ao dizer que eu deveria mantê-la... Aqui vão, sem ordem de preferência, os livros que mais me agradaram ao longo de 2018, começando pelos nacionais.



O Infinito no Meio, de Priscilla Matsumoto. Esta é a história de Cecília, uma moça que vive numa espécie de “dimensão à parte” do mundo real, chamada por ela de Infinito no Meio e compartilhada com espíritos, vampiros e outros seres incorpóreos. É um espaço, mas na verdade corresponde a um momento: o momento em que Cecília sofreu um grande choque, e que, por assim dizer, a dividiu em duas metades. Um jovem misterioso consegue, enfim, tirá-la de seu isolamento, mas isso a leva a enfrentar outros demônios, mais ameaçadores que os habitantes do Infinito no Meio. Li esse livro de Priscilla de um gole só, assim como li outra obra sua em e-book, Anunciação, que assume um tom mais confessional ao contar a história de uma escritora que lida com seus fantasmas interiores e com sua complicada vida amorosa.




Ninguém Nasce Herói, de Eric Novello. Parece que o autor estava adivinhando o que viria ao escrever essa história passada num Brasil distópico, governado por uma teocracia que persegue opositores e, principalmente, integrantes de minorias. Chuvisco, o protagonista, tem um “herói interior” que se manifesta de forma surpreendente, conferindo maior profundidade ao personagem e um sabor agridoce a todo o texto. Mais uma boa fantasia urbana de Eric Novello.



A Vida Invisível de Eurídice Gusmão, de Martha Batalha. Um livro delicioso, ambientado no Rio de Janeiro entre as décadas de 1940 e 1970. Casada com o “certinho” Antenor, mãe de duas crianças e irmã da transgressora Guida, Eurídice é uma dona de casa cuja personalidade vai emergindo através de pequenos atos de rebeldia e de tomada de posição. É tanto uma história familiar quanto uma crônica de costumes, que eu imagino vá agradar a leitores de Machado de Assis, Marques Rebelo e Lygia Fagundes Telles. Curti tanto que até já comprei mais um livro da autora, Nunca Houve um Castelo.



Vikings: Berserker, de Eduardo Massami Kasse. Depois de cinco volumes, muitos contos e agora duas HQs da série Tempos de Sangue, foi muito legal ver o Eduardo mergulhar mais profundamente no mundo viking, o que aliás ele já tinha feito no seu conto “Sacrifício”, na coletânea Medieval. Berserker é a história de um grupo de jovens que se faz ao mar em busca de fama e fortuna – na melhor tradição viking – e vive uma aventura cheia de emoção, perigo, sexo, sangue e sujeira – na melhor tradição de Eduardo Kasse. Vale a pena conferir esse lançamento da Bienal 2018!



Araruama, de Ian Fraser. Não há muito como descrever esse livro independente, que conta a história de vários jovens num continente sul-americano reinventado, cheio de tradições e mistérios. Sei que, apesar de ter visto algumas falhas de revisão, alguns trechos que se beneficiariam de uma edição melhor, o texto me prendeu do início ao fim. Ou talvez o universo criado pelo Ian e os personagens às vezes heroicos, às vezes trágicos, sempre indiscutivelmente humanos, mesmo que um deles tenha orelhas de onça. Em breve sairá o livro 2 e eu quero muito ler para saber o que acontecerá com seus jovens protagonistas.

*****

Além desses livros, menciono também alguns trabalhos mais curtos que chamaram minha atenção. Diogo Andrade publicou a novela A Canção dos Shenlongs, prelúdio a um texto mais longo que eu espero com antecipação, porque a escrita e a construção de universo são de primeira linha. Karen Alvares, Camila Fernandes, Sheila Lima Wing, Cristiano Konno continuam a publicar excelentes contos curtos. Claudia Dugim nos brindou com Volte Para o Seu Lar, um conto sobre duendes e uma cidade cheia de doçuras apenas aparentes, e com os textos de Rede Vermelha Sobre o Oceano de Merda, um dos quais eu já vou favoritando para o Prêmio Argos 2019. Por fim: não li ainda a coletânea, que saiu sob o título O Auto da Maga Josefa, mas o conto que eu já conhecia de Paola Lima Siviero, ambientado no agreste e protagonizado por Josefa e Toninho, me faz ter certeza de que vale a pena adquirir o e-book.

*****

Bom, Pessoas... É isso. Espero que curtam as dicas. Logo logo eu volto, compartilhando as leituras de obras estrangeiras.

Até lá!

quinta-feira, novembro 08, 2018

Novo Livro com o Projeto Pegaí e a Editora Draco

Pessoas Queridas,

Acabo de voltar do Paraná, onde aconteceram muitas coisas incríveis.

Antes da Literatiba, que eu tinha anunciado aqui e que também foi bem legal, estive na cidade de Ponta Grossa, sede do Projeto Pegaí Leitura Grátis. Lá visitei duas escolas -- o Colégio Bom Pastor e a Escola Desafio -- e, ainda, o Hospital de Livros que funciona na Penitenciária Estadual da cidade. Mas devo confessar que o momento mais emocionante se deu na noite de 31 de outubro, quando foi lançado "Contos Fantásticos de Avós Extraordinários", meu segundo livro a sair pelo Projeto Pegaí, com parceria da Editora Draco.

No lançamento, feliz da vida!

Para quem não sabe, em 2015 já tinha sido lançado um título, O Tesouro dos Mares Gelados, que teve 3.000 exemplares disponibilizados de graça nas estantes do Projeto. Agora, com o Pegaí Leitura Grátis indo de vento em popa, foram nada menos de 5.000 exemplares, que trazem quatro contos sobre avós e netos. Dois se passam em Athelgard, com o jovem saltimbanco Zemel (de Pão e Arte) e seu avô Thiers e nossa conhecida Anna de Bryke e sua avó Kyara; um é de Balthazar, dos Contos da Clepsidra, com suas netas adotivas Nikka e Jeza; o último se passa no espaço sideral, no universo Medistelara, que os leitores passam agora a conhecer.

Escola Desafio

A capa é ilustrada por Vilson Gonçalves e o projeto gráfico foi do Erick Sama, da Editora Draco, que, assim como eu, não recebeu nem um centavo pelo trabalho ou pelos exemplares. Nossa recompensa foi apenas a divulgação da marca e, claro, a satisfação de levar literatura fantástica a um círculo cada vez maior de leitores.


Colégio Bom Pastor

Nós receberemos alguns exemplares para divulgação, que serão prioritariamente doados a escolas, bibliotecas públicas e projetos de leitura. Uns poucos podem ser dados de brinde a quem adquirir meus livros. Mas quem não conseguir não precisa ficar triste! Em breve, "Contos Fantásticos de Avós Extraordinários" sairá em e-book pela Draco, e até lá todos os contos podem ser lidos gratuitamente aqui na Estante, bastando acessar esta postagem.

Só não se esqueçam de deixar um feedback nos comentários!

quinta-feira, outubro 25, 2018

Próximo Destino : Paraná

Mas, ô, Merege, você não posta mais nada a não ser chamadas para eventos?

É isso mesmo, pessoas. Neste fim de ano, o tempo para escrever tem sido curto, mas houve muitos eventos culturais e literários. E eu não deixaria vocês de fora, não mesmo!

Então, os próximos eventos começam em Ponta Grossa no dia 30 de outubro. Lá vou conhecer o pessoal do Projeto Pegaí e seu trabalho fantástico de divulgação da leitura.Farei visitas a escolas, abraçarei amigos com quem até agora o contato foi apenas virtual e lançarei meu segundo livro pelo projeto, que logo estará disponível também como e-book pela Editora Draco.



De regresso, irei até Curitiba, onde também vou conhecer pessoalmente alguns amigos e reencontrar outros tantos. Com eles vou participar do Literatiba, o encontro de Literatura que acontece na PUC-PR no feriado de 2 de novembro. Devo estar em dois painéis, de manhã e à tarde, e também terei alguns livros à venda, com destaque para Orlando e o Escudo da Coragem, lançado na Bienal. Quem quiser saber mais sobre ele pode acessar  a sinopse e demais informações no site da Editora Draco

Espero ver vocês no Paraná!

quarta-feira, setembro 19, 2018

Mediação e Literatura Fantástica na Biblioteca Parque

Pessoas Queridas,

Depois do nosso encontro com Verne e Wells, voltarei à Biblioteca Parque no dia 21 de setembro para bater um papo sobre Literatura Fantástica com mediadores de leitura e interessados em geral.


Além de debater a respeito do gênero, sua origem, desenvolvimento e relação com mitos, contos de fadas e a literatura infantojuvenil, vamos falar um pouco sobre as sagas como Harry Potter, Percy Jackson, O Senhor dos Anéis, o porquê de elas terem despertado tantos jovens para o prazer da leitura e como podemos trabalhar no sentido de incentivá-los e de ampliar seus horizontes.

A Biblioteca Parque fica na Praça da República s/n, Centro, pertinho do Shoping Niterói. Apareçam!

segunda-feira, setembro 03, 2018

Em Luto pelo Museu Nacional


Criança e adulta, fui muitas vezes ao Museu Nacional, e depois levei minha filha, menos recentemente do que gostaria. No entanto, minha maior recordação de lá vem de uma visita que fiz com minhas sobrinhas Beatriz e Flávia, quando a última estava com três ou quatro anos. Estávamos na sala das múmias, e a pequena se aproximou, olhou bem para aquele corpo todo enroladinho e soltou:

-- Eu gostaria de ser a múmia.
-- Por quê? -- perguntei, surpresa.
-- Porque, assim, eu não teria medo dela -- foi a resposta, cheia de uma lógica irrefutável.

Não guardo fotos dessa visita -- podem existir em algum álbum desbotado -- mas todos nós guardamos a história, frequentemente lembrada em reuniões familiares. É com desgosto que penso que os filhos da Flávia, caso ela venha a tê-los, jamais verão essas múmias; que as novas gerações de brasileiros não terão lembranças dos artefatos indígenas, do caranguejo gigante, dos frascos repletos de seres e objetos misteriosos.

Aliás,do jeito que vão as coisas, sabe-se lá de que se lembrarão os brasileiros. Da liberdade, talvez.

...

O faraó retratado na foto não estava no Museu Nacional e não foi ferido durante o incêndio. Se alguém souber quem é ele e quem tirou a foto, avise que dou os créditos. 

terça-feira, julho 03, 2018

Quase Crônica


       Hoje eu andei sentindo o amor no ar. Primeiro foram duas moças no parque, sorrindo uma para a outra enquanto seus cães trocavam cumprimentos de focinho. Depois um rapaz de cabelos longos e olhos sonhadores correndo atrás de uma garota para devolver seu lenço de pashmina, vaporosamente caído na rua.

       Mal entramos no inverno e setembro anda longe, mas hoje eu amanheci em primavera.

quarta-feira, junho 06, 2018

O Inverno da Vida e da Morte : trecho do conto em andamento


Pessoas Queridas,

         Tendo fechado o próximo livro de Athelgard  e mais um outro que é surpresa, deixo com vocês um trecho do conto em andamento, narrado por um personagem da nova geração dos Contos da Clepsidra -- Liserbal -- em que ele reconstrói lembranças de quando era bem criança e estava prestes a ganhar um irmão. Ou irmã, como sua mãe reivindicava depois de dar dois varões à família do marido. Complicado? É que estamos em Cartago, em torno do ano 314 antes da Era Cristã. E mesmo assim essa é uma família bem avançada para os padrões da época. :)
         Se alguém quiser ler e opinar, ficarei feliz!



-- Liser! – Do cômodo onde as mulheres se reuniam para tecer, minha mãe me viu e me chamou antes que encontrasse os homens. – Onde vai com essa pressa? Me diga o que aconteceu.
-- Foi o Tio Aníbal – ofeguei, sem querer parar, porque eu era um soldado com uma missão. Minha mãe, porém, me deteve com um franzir das sobrancelhas, e logo minha avó Enidala deixava o tear e corria para me pegar pelos braços.
-- O que houve com seu tio? – perguntou, aflita.
-- Levou um tombo, no jardim – respondi, e a comoção foi geral. Minha avó me largou e correu ao encontro do irmão; minha mãe, pesada demais para correr, mandou uma das tecelãs chamar meu pai e me deu a mão para irmos juntos até o jardim. Seus dedos eram macios e quentinhos. Cheguei o mais perto dela que pude, mas evitei olhar para sua barriga, porque nos últimos tempos ela vinha se mexendo sozinha, e aquilo me assustava um pouco. Era muito diferente de pôr a mão e sentir os movimentos lá dentro. A Avó Zora tinha explicado que o novo irmãozinho era muito inquieto, e que por isso gostava tanto de se mexer, mas mesmo assim eu preferia não olhar. Compensaria brincando bastante com ele quando nascesse. Mesmo que fosse uma irmã, como minha mãe vinha pedindo em suas preces a Pene-Baal desde que engravidara pela terceira vez. Não que ela não houvesse se alegrado com a chegada de Tarish, de olhos verdes como esmeraldas, que recebera o nome do avô caravaneiro. Amaria do mesmo jeito o novo bebê, se viesse menino. Mas, uma vez que dera herdeiros varões à Casa Aníbal, ter pelo menos uma filha era um direito que minha mãe reivindicava como seu.


***

Ilustração em estilo fofo pela Sheila Lima Wing. Aqui o pessoal do conto já está mais velho, e a família está completa. Quem você acha que é o Liser?

Curtiu? Leia outro conto do pessoal de Cartago clicando aqui.

terça-feira, maio 15, 2018

Inacabados



Abandonei alguns trabalhos. Digo a mim mesma que isso é normal, que muitos escritores têm dezenas, centenas, milhares de textos inacabados. Digo também, com o máximo de firmeza, que alguns dos contos largados no caminho talvez sejam retomados, porém muitos não passaram de exercício, frutos apressados de um entusiasmo que logo se extinguiu. Guardo-os comigo sem remorso, sem cuidado, como quem guarda antigos cartões de visita.

E ainda assim, quando estou só e o mundo faz silêncio, ouço a respiração de meus heróis no escuro, e o som do vento no deserto onde esqueci suas histórias.

terça-feira, fevereiro 06, 2018

Manuscritos Herdados: uma coletânea do blog A Taverna


Todo leitor de fantasia sabe: tavernas são imprescindíveis.

Parece estranho? Abra um livro e verá. É nas tavernas que os órfãos se escondem, fugindo à perseguição, antes de aceitar o chamado para livrar o universo das trevas; é nelas que os caçadores de recompensas colhem informações; é nelas que os mercenários são contratados, que os piratas negociam mapas de tesouros, que se formam as companhias de aventureiros...



Pessoas Queridas,

Com muito orgulho venho apresentar minha segunda publicação deste ano, que integra a coletânea Manuscritos Herdados.

A publicação foi uma iniciativa dos administradores do blog A Taverna, que muito tem contribuído para a fantasia nacional. Eu mantinha contato com os administradores desde a criação do blog, e... podem imaginar como fiquei feliz quando me convidaram para integrar a publicação. Mais ainda, ser sua "madrinha", o que trouxe às minhas mãos a responsabilidade de escrever uma apresentação bem bacana. O começo dela eu mostrei lá em cima, o resto só baixando a coletânea... O que, por falar nisso, pode ser feito inteiramente de graça no Taverna Blog!

Os contos são ótimos e estão bem variados em termos de estilo. Alguns são sombrios, outros, divertidos. Há narrativas de guerra e de aventura, de coragem e de encantamento, ambientadas em mundos imaginários ou em diferentes localidades do mundo real. O meu é A Serpente e as Pombas, que foi publicado anteriormente no volume Tomos de Fantasia, da Editora 9 Bravos, mas nunca teve uma versão digital. Com ele vocês poderão viajar até a corte de Carlos Magno, conhecer suas filhas empoderadas e corajosas e combater um terrível adversário.

Espero que gostem!


quarta-feira, janeiro 10, 2018

Sobre meu conto em Girl Power



Quando a Fernanda Chazan me convidou para participar de uma coletânea sobre garotas empoderadas, a primeira história que comecei a escrever foi a das gêmeas de Cartago, Nikka e Jeza. Acabou ficando grande demais para um conto, agora a ideia é que seja uma série de vários livros... mas isso é outra história.

O que eu quero dizer é que a história que acabei escrevendo se passa no universo Terra Sem Males, que apareceu pela primeira vez na coletânea Dimensões BR da Ed. Andross, teve um segundo conto publicado na coletânea A Guerra dos Muitos Mundos, organizada pela Rita Maria Felix, e agora ressurge aqui. Neles vocês reencontrarão o casal Victor e Fiona apoiando a jovem protagonista Manuela, que se mete em apuros com uma tribo de duendes conhecidos como O Povo do Pesadelo. A história se passa aqui na serra fluminense e o povo duende tem um jeitão de tribo de índios brasileiros - e a ideia de criá-los é tão antiga quanto os personagens em quem se inspirou, como esses aí embaixo, Rool e Franjean, membros da tribo de brownies de "Willow na Terra da Magia" (1988).

Espero que vocês curtam e apoiem o nosso projeto. Ele sai amanhã, e terá sua renda destinada a uma ONG que dá suporte a crianças e jovens vítimas de violência.

E espero também que gostem do conto. Com um bom feedback, quem sabe eu me animo a escrever mais sobre a Terra Sem Males e as suas tribos do lado de lá da cachoeira?

terça-feira, janeiro 09, 2018

Girl Power: coletânea YA chegando em breve




E se houvesse uma coletânea de contos fantásticos que, além de empoderar seus leitores, ajudasse uma ONG que cuida de crianças e adolescentes que sofreram violência e abuso sexual? E se tal antologia reunisse histórias de garotas destemidas, corajosas e dispostas a enfrentar quaisquer adversidades em busca de superação? E se os contos fossem destinados a adolescentes, pré-adolescentes e – por que não?! – aos leitores de todas as idades que se interessam por fantasia e terror  - um terrorzinho de leve, daqueles que fazem a gente se sentar na pontinha da cadeira?


Fiquem ligados, pois em breve lançaremos “GIRL POWER – HISTÓRIAS DE GAROTAS DESTEMIDAS”, uma coletânea com contos de Ana Lúcia Merege, Camila Pelegrini, Carolina Mancini (também responsável pela linda capa!), Fernanda Chazan e Tatiane Durães. A obra estará disponível apenas em formato e-book na Amazon e toda a renda adquirida com a venda do livro será revertida ao CRAMI (Centro Regional de Atenção aos Maus Tratos na Infância), que ajuda crianças e adolescentes do ABC paulista que sofreram violência e/ou abuso. 

sábado, dezembro 30, 2017

Melhores Leituras em 2017: Cinco Romances e Cinco Contistas Nacionais


Pessoas Queridas,

Continuando na mesma tradição que motivou o post anterior, aqui vão os livros nacionais que mais me agradaram ao longo de 2017. Com um adendo: grande parte das minhas leituras de autores nacionais se deu por meio dos contos que publicaram na Amazon, alguns deles solo; então também vou citar alguns contistas que se destacaram, a meu ver, por diferentes razões. Vamos lá?



CINCO ROMANCES

O Segredo do Kelpie, de Aya Imaeda.

Esse livro conquistou meu coração desde as primeiras páginas. Aya Imaeda trabalha com uma criatura que eu nunca tinha visto aparecer em livros nacionais, e o faz com um à-vontade que deriva de uma excelente pesquisa. Combinada a uma grande habilidade para contar histórias, este romance para jovens e adultos vai proporcionar um inesquecível passeio pela Escócia do século XIX, com seus campos verdes, seu folclore – várias criaturas aparecem além do kelpie, todas elas apresentadas com mestria! -- e um punhado de escoceses teimosos e resmungões. Indicadíssimo!

O Romance do Horto, de António Corvo.

Os amantes da literatura medieval não podem perder este livro! Trata-se de uma história saborosíssima, que se entrelaça com várias narrativas daquela época – crônicas de reis, canções de gesta, coleções de contos como o Decamerão – e ecoa em outras, mais contemporâneas, tecendo uma trama rica e sofisticada. Não farei comparações com Umberto Eco nem com Saramago; o prazer que tive com este livro foi único, e eu o recomendo a quem quer que esteja disposto a desfrutar de uma boa história à moda das narrativas do medievo, sem pressa e com atenção.

Machamba, de Gisele Mirabai.

Só depois de ter lido e favoritado vim a perceber que esse e-book venceu o I Prêmio Kindle de Literatura. Trata-se da história de uma brasileira que reconstrói sua vida a partir de memórias fragmentadas – daqui veio a expressão que eu adorei e adotei, porque me traduz, muito bem, “cabeça de ovo mexido” –, e seu jeito de escrever também é cheio de idas e vindas, mas eu o achei muito hábil e envolvente. Recomendo.

Guanabara Real: a Alcova da Morte, de Nikelen Witter, Enéias Tavares e A. Z. Cordenonsi.

Esta é a primeira aventura de um trio de investigadores sui generis no Brasil do final do século XIX. O cenário e a trama são interessantes, mas o que achei mais legal foi a construção dos personagens. Os três protagonistas vêm de backgrounds complicados e são frequentemente marginalizados, por razões várias; a interação entre eles e com os personagens secundários, alguns dos quais também muito bem construídos, agrega profundidade ao livro e dá vontade de prosseguir com a série.

Os Vendilhões do Templo, de Moacyr Scliar

De vez em quando eu acho alguma coisa do Moacyr que ainda não tinha lido e corro para comprar. Este livro parte da conhecida história da expulsão dos vendilhões para compor três narrativas: uma do próprio episódio bíblico – e nessa, confesso, achei o texto um pouco tedioso, confuso – e duas outras, ótimas, ambientadas no território das Missões no século XVII e numa cidade gaúcha contemporânea. Moacyr Scliar é um dos meus autores preferidos e posso dizer que este livro, no geral, não me decepcionou nos dois quesitos básicos: entretenimento e pontos para reflexão. Vale a pena conhecer.

CINCO CONTISTAS

Em se tratando dos romances, falei sobre as obras. Agora falo dos contistas -- de algumas obras em especial, mas quase sempre do conjunto da obra de alguns autores (não que não haja muitos outros) que me chamaram atenção ao longo de 2017.


Cristiano Konno fez sua estreia na coletânea Samurais X Ninjas e vem crescendo a cada novo trabalho. É um prazer acompanhar sua evolução.

Sheila Lima Wing é autora do romance Louco Amor de Fã e de vários contos em que explora questões como aceitação, tolerância e empatia, tudo escrito de um jeito simples e muito hábil.

Renan Santos é outro que cresceu a olhos vistos, um jovem autor no qual devemos prestar muita atenção. Recomendo especialmente sua novela A Canção das Sereias.

Cláudia Dugim é talvez a voz mais diferenciada que tenho lido entre os contistas nacionais. O conto-título de O Desejo de Ser Como um Rio é magistral. Quem não tiver lido ainda, faça a si mesmo/a esse favor e adquira!

Camila Fernandes, autora já consagrada (e um tanto bissexta!), decidiu este ano lançar uma coletânea chamada Contos Sombrios, que eu considero imperdível para leitores de todos os gêneros literários e em especial do fantástico.

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Bom, pessoal, é isso. Obrigada por terem me acompanhado ou pelo menos visitado ao longo do ano. Espero que o próximo seja maravilhoso para todos, quer na Literatura, quer em outras atividades e na vida pessoal.

Abraços pra vocês e até 2018!

domingo, dezembro 17, 2017

Vitória no Prêmio Argos 2017

Pessoas Queridas,

Ontem, dia 16, ocorreu a cerimônia de entrega do Prêmio Argos de Ficção Fantástica, promovida pelo Clube de Leitores de Ficção Científica. Foi a eleição com o maior número de votantes e eu fiquei entre os cinco finalistas das três categorias: romance, com A Fonte Âmbar, coletânea, com Medieval (que teve Eduardo Kasse como coorganizador) e conto, com o conto de Medieval, O Grande Livro do Fogo.

Eu até achava que poderia ganhar algum dos dois últimos, pois algumas pessoas me disseram que tinham votado em mim, e acompanhei a prévia. Só não esperava ganhar os Argos de coletânea E de conto, e ainda ficar em terceiro lugar na categoria romance. Foi uma emoção enorme, e eu só tenho a agradecer a todos que me apoiaram, leram, votaram e participaram de alguma forma para que isso fosse possível. Em especial ao Erick Santos, editor da Draco, ao meu parceiro Eduardo Kasse e a todos os demais autores de Medieval.

Com o vencedor da categoria romance, Alexey Dodsworth

O vídeo da cerimônia foi gentilmente disponibilizado pelo Eduardo Torres, do CLFC, e pode ser conferido aqui.

Para conhecer A Fonte Âmbar, ler a sinopse e algumas resenhas e conhecer o universo Athelgard, clique aqui

Para conhecer a coletânea Medieval, sua premissa, seus autores, clique aqui

Ilustração de Vilson Gonçalves para O Grande Livro do Fogo

Para saber um pouco mais sobre o conto vitorioso, seu processo de criação, influências e tudo mais, clique aqui.

No mais... Parabenizo a todos os indicados e deixo meu agradecimento a todos aqueles -- autores, editores, leitores, ilustradores, blogueiros, divulgadores -- que contribuem para o fortalecimento da Literatura Fantástica nacional.

segunda-feira, novembro 06, 2017

"Magos" grátis no Kindle para Samsung



Pessoas Queridas,

Com orgulho e alegria, informo que, este mês, a coletânea "Magos", que organizei para a Editora Draco, está grátis para os usuários do Kindle para Samsung. São doze contos de autores de LitFan nacional, que abordam várias formas de Magia e escrevem em diferentes estilos.

No meu conto, "De Poder e de Sombras", Kieran, protagonista de "O Castelo das Águias" e dos livros seguintes, aparece quando jovem mago, um estudante veterano da Casa das Três Chaminés, que reúne os esquisitões na Escola de Magia de Riverast!

Para saber como baixar e ler sobre a coletânea, clique aqui!

quinta-feira, novembro 02, 2017

Coletânea Mitografias

Pessoas Queridas,

Como uma das várias novidades que eu espero trazer este mês, eis aqui a coletânea Mitografias, organizada pelo site do mesmo nome, para a qual tive o prazer e a honra de ser selecionada.


O tema devia ser "mitos modernos" e eu contei uma história passada no Rio de Janeiro contemporâneo. Nela, as Kothirat, deusas benfazejas da mitologia canaanita, vêm em socorro de Ana Maria, descendente de libaneses, e de seu marido, um imigrante sírio chamado Riad. Outros contos do livro trazem mitos astecas, indianos, brasileiros... Enfim, muita coisa legal!

O download é grátis, basta acessar a página clicando aqui.

Boa leitura!

quinta-feira, agosto 31, 2017

Editora Draco na Bienal 2017 : Ana Lúcia Merege estará nos dois sábados!



Pessoas Queridas,

Hoje começa a Bienal do Livro. Estaremos lá firmes e fortes, com todo o nosso catálogo de livros e HQs, brindes, descontos progressivos e a presença de vários autores, principalmente nos finais de semana.

Eu irei nos dois sábados, o dia todo, e estarei nos dois domingos de manhã, das 10 às 14 h.

Clique aqui para ver quando estarão os demais autores e apareça para um abraço, dois dedos de prosa e boa LitFan nacional!