quarta-feira, dezembro 09, 2015

Leituras de 2015: Preâmbulos e Estatísticas



Pessoas Queridas,

Fim do ano se aproxima e, como já é de praxe na Estante Mágica, vou escrever alguns posts sobre minhas leituras deste ano.

Eu li muita coisa em e-book, e em muitos casos foram contos publicados em separado, que não tenho como contabilizar entre os livros lidos. Também não contei as HQs. O que sobrou deu um total de 81 livros lidos (entre volumes físicos e e-books), distribuídos pelas seguintes nacionalidades:

- 38 brasileiros
- 25 norte-americanos
- 06 ingleses
- 04 indianos
- 01 de um de cada um destes países: Portugal, Bélgica, País de Gales, Suécia, França, Japão, Rússia e Argélia.

Como viram, os brasileiros dominaram as leituras de 2015, e a maior parte da Literatura Fantástica foi colhida na seara nacional. Muitos dos estrangeiros que li do gênero foram volumes subsequentes de séries para jovens ou jovens adultos que eu já tinha iniciado (e em alguns casos indicado) em 2014, como a "Wereworld" e a Trilogia Grisha, por isso não os citei aqui.

Assim, cheguei a uma seleção de 17. Cinco brasucas, cinco estrangeiros e sete de uma "categoria mista" que vai ter duas HQs, duas coletâneas, dois YA e um único livro de não-ficção, que eu realmente recomendo a todo mundo. As postagens começam na sexta-feira, espero que vocês participem, opinem e deixem suas próprias sugestões!

Abraços pra vocês!

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Ilustração: "A Quiet Half Hour", de Lionel Charles Henley - 1876

sexta-feira, dezembro 04, 2015

Coletânea "Trópicos Fantásticos"


Pessoas Queridas,

Já está disponível esta coletânea em e-book organizada pela Lais Manfrini, que traz contos ambientados no Brasil e que será lançada oficialmente na Maratona Literária - Me Livrando, a partir da zero hora do dia 5/12. Alguns exemplares serão sorteados para quem participar.

Estou na coletânea com um conto chamado "A História de Jorge". Nele homenageio meu avô, descendente de libaneses e de índios guaranis (e não só!), o cara que me levou a gostar de mitologia, a sonhar com viagens por terras distantes e a acreditar que a imaginação podia ser uma poderosa ferramenta para chegar a realizar esses e outros sonhos.
Espero que vocês gostem desse singelo mito de origem.

Para comprar ou alugar o livro clique aqui.

quarta-feira, dezembro 02, 2015

Primavera Literária 2015


Pessoas Queridas,

Mais uma vez vou participar da Primavera Literária (novo nome da Primavera dos Livros) que rola entre 3 e 6 de dezembro nos jardins do Museu da República, no Rio.

Todos estão convidados a passar no estande da Draco (até onde sei o 24) e aproveitar os preços especiais do catálogo de livros e HQs. E, se quiserem me encontrar, é só programar a visita para sexta das 17 às 19 ou sábado das 15 às 18 h.

Espero vocês!!

sexta-feira, novembro 27, 2015

Black Friday da Editora Draco


Pessoas Queridas,

A Draco aderiu à Black Friday! A promoção com ótimos descontos, brindes e sorteios vai até o dia 1 de dezembro. Para conhecer as regras e participar, basta clicar aqui.

Aproveitem!!

quarta-feira, novembro 11, 2015

São Martinho - Quentes e Boas



Meus anos em Portugal estão cada vez mais para trás no tempo, mas as coisas boas ficam na memória para sempre. Uma das que eu me lembro é a tradição do Dia de São Martinho. Em Lisboa era mais comentada do que praticada, mas todos sabiam que o 11 de novembro é tradicionalmente dedicado à celebração do fim da vindima (colheita da uva) e é quando se bebe o vinho novo, fabricado umas semanas antes e cheio de acidez. Por isso, às vezes, ele é substituído pelo aguapé, que é a água jogada sobre as cascas e bagaço da uva, onde ainda fica um restinho de mosto.

A tradição manda que o vinho seja acompanhado de castanhas, "quentes e boas", como diz o fado. Quando vivi em Lisboa, por essa época elas começavam a ser vendidas nas ruas, em carrinhos ambulantes. Eram asssdas na hora, comprava-se a dúzia que vinha embrulhada em uma folha de catálogo telefônico e se ficava com os dedos e o rosto manchado de preto, por causa da fuligem e da tinta do papel. Às vezes, os mais afoitos, com a boca levemente queimada. Mas que era bom, lá isso era!

Isso pelos idos de 1993 e 94, antes da União Europeia. Disse a minha amiga de Lisboa que hoje em dia as castanhas são embrulhadas num papel limpinho, próprio para isso. Sinal dos tempos...! Ainda assim, acredito que o sabor não tenha mudado, e espero tornar a prová-lo. E, quem sabe, também visitar uma adega para tomar o legítimo vinho novo, ou aguapé, e estreitar os laços com a terrinha que é a de meu pai.

Viva São Martinho!!