quarta-feira, setembro 28, 2016

Entrevista com Ana Lúcia Merege no Jornal O Estado do Rio de Janeiro


Pessoas Queridas,

Saiu uma entrevista muito legal com a Anny Lucard sobre meu trabalho literário, planos para o futuro, organização de coletâneas... Enfim, o que faço e pretendo ainda fazer no âmbito da Literatura Fantástica.

Para quem quiser, o link está aqui.

sexta-feira, setembro 23, 2016

Documentos Literários da Biblioteca Nacional: Carta de Euclides da Cunha a seu Filho "Quidinho".


Pessoas Queridas,

Segue minha mais recente publicação no Blog da BN.

Chamo sua atenção para o fato de que Euclides da Cunha estava remetendo ao filho dois livros do mestre Júlio Verne, um dos "pais" da Ficção Científica. Eu achei isso muito legal e já até mencionei num artigo que escrevi para a Ciência Hoje das Crianças, depois divulgado aqui no blog. Se alguém quiser ler, clique aqui.

No mais... Não custa lembrar que este é um trabalho de divulgação e não de especialista. Não saquem a arma no saloon, eu sou apenas a mediadora! :)

Caricatura de Euclides da Cunha por Raul Pederneiras (1903)

terça-feira, setembro 20, 2016

Excalibur e Medieval no Pacotão Literário


Pessoas Queridas,

Esta quinzena estou participando do Pacotão Literário, uma iniciativa voltada para a divulgação da Literatura Fantástica Nacional.

Como o nome já diz, o projeto disponibiliza "pacotes" de e-books ou PDFS e (no meu caso) livros físicos que podem ser adquiridos por preços que vão de R$ 1,00 a R$ 60,00. Os livros e contos são selecionados por temas, que mudam a cada quinzena. Desta vez temos obras de Fantasia e Distopia. Eu participo com exemplares físicos das coletâneas Excalibur e Medieval, que organizei para a Editora Draco, sendo a segunda em parceria com Eduardo Kasse. Os pedidos são limitados a cinco exemplares de cada. Quem os adquirir receberá seu livro autografado e acompanhado de um marcador Premium, além de um conjunto de marcadores da série Athelgard.

Para ver os demais autores e adquirir o Pacotão, é só clicar aqui.

Boa leitura!

sexta-feira, setembro 16, 2016

sexta-feira, setembro 09, 2016

Documentos literários da Biblioteca Nacional : Os Pombos, de Coelho Neto



Pessoas Queridas,

Hoje dei início a uma série de postagens sobre documentos literários no blog e na página da Fundação Biblioteca Nacional. O primeiro segue aqui.

A ideia não é escrever artigos aprofundados sobre os autores ou as obras, apenas divulgar o material que temos à disposição de nossos pesquisadores, com um mínimo de contexto. Portanto, se houver algum especialista presente, por favor... Misericórdia. ;)

Brincadeiras à parte, espero que vocês gostem e compartilhem bastante.

Abraços!

quarta-feira, setembro 07, 2016

Voltando da Bienal...



Então, acabou a Bienal, aquela que eu afirmei várias vezes que seria épica. E é ainda sob o efeito da emoção e do cansaço que escrevo estas linhas.

Logo que voltei, muitos amigos estavam compartilhando este texto, no qual se questiona se vale a pena participar da Bienal do Livro em seu formato atual. Com muita lucidez, o autor elenca vários problemas, desde o preço do ingresso e o valor cobrado das editoras para ter um estande – proibitivo para muitas, bem como para autores independentes -- até a valorização do aspecto mercadológico em detrimento do cultural.

Em linhas gerais, concordo com as afirmações feitas no texto, que inclusive aponta a literatura fantástica (somos nós!) e o gênero chick lit como opções para atrair um público voltado para os livros e não para o culto às celebridades promovidas pela mídia. É preciso repensar a Bienal como espaço cultural, democrático, que propicie o encontro entre autores e público e contribua para promover o amor pela leitura. É o que desejo que aconteça, não apenas como escritora, mas também como bibliotecária, servidora pública e cidadã.

No entanto, com todos os seus defeitos e tudo que é preciso reavaliar, eu confesso: para mim, valeu a pena. E isso por muitas razões, baseadas tanto na emoção quanto na lucidez.

Valeu a pena porque vi o trabalho insano do meu editor para fazer as coisas acontecerem, e o resultado foi tão bom que eu sentia orgulho de todos aqueles livros e quadrinhos.

Valeu a pena porque tive o prazer de indicar livros a pessoas que procuravam terror ou space opera, fantasia épica ou com temas de inspiração africana, e eram todos trabalhos de qualidade feitos por autores brasileiros.

Valeu a pena porque fiquei muitas horas escrevendo, revisando, trabalhando no meu universo fantástico, e tive a oportunidade de falar a muita gente sobre ele, e fui presenteada com sorrisos e elogios.

Valeu a pena porque meus amigos estavam lá, alguns prestigiando, outros apresentando seus livros, e sempre que um deles era vendido eu compartilhava da sua alegria.

Valeu a pena porque eu mesma fiz a dança da vitória quando uma criança decidiu levar o último exemplar de Anna e Trilha Secreta.

Valeu a pena, enfim, porque foi épico. Bem como eu disse que seria desde o início.

E, como muitas formiguinhas com alma de cigarra, mal posso esperar pela próxima jornada.